As dores do dia da loja e da oficina, com a tela de verdade de cada uma, os pacotes completos e as condições.
Cada dor do seu dia, resolvida
Nada aqui saiu de manual de software. Cada item nasceu de um problema real de loja, resolvido um por um.
A placa consultada na lateral traz a Kombi 2001, e a busca “PAST KOMBI” já marca as pastilhas que servem nela.
O vendedor não sabe se a peça serve no carro.
Ele escolhe o carro do cliente e a busca marca cada peça: serve, confirme ou não serve. A dúvida aparece antes da venda, não quando o cliente volta.
O cliente só sabe a placa.
A busca pela placa traz o carro, e a venda segue com o carro certo.
Não tem essa marca.
O F12 mostra as similares na hora, e o guia de conversão acha a peça pela referência de outra marca.
Não tem aqui, mas tem na outra loja.
O vendedor vê o saldo nas outras lojas do grupo sem sair da venda.
A venda é lenta, é tudo no mouse.
O balcão funciona inteiro pelo teclado, do F2 ao F12. E a grade da busca cada loja monta do seu jeito: as colunas, a ordem e a largura.
A peça não está na loja agora.
Vende como entrega futura, com a data prometida e a origem da peça. Ela fica reservada para aquele cliente: ninguém vende a mesma peça duas vezes.
A peça não existe no cadastro.
Clona uma peça parecida sem sair da venda, com a parte fiscal herdada. Depois alguém confere o cadastro com calma.
O kit que trava o estoque.
O kit é montado pelas peças de dentro: o estoque e o preço saem delas, sem nada congelado. Vendeu o kit, baixou cada peça.
Desconto dado sem ninguém saber.
Cada cargo tem o seu limite de desconto. Passou dele, o gerente libera com a senha dele ou pelo celular, mesmo longe da loja. Fica registrado quem liberou.
A bateria com a sucata.
A sucata entra descontando da venda, na hora: peso vezes a cotação do quilo. E vai direto para o estoque de sucatas, pronta para vender ao reciclador.
O cliente voltou com a peça errada.
A troca rápida é feita no próprio balcão, pelo Ctrl+K, amarrada à venda de origem.
Devolução que leva meia hora.
A devolução sai em poucos cliques, a partir da venda: escolhe as peças, o motivo e pronto.
O cliente vai dar uma pensada.
O F9 vira orçamento e volta a ser venda quando ele decide, sem digitar nada de novo.
A venda chegou pronta do balcão. Parte foi no Pix e os R$ 300 que faltam vão no crediário, em duas parcelas com as datas certas — e o caixa vê na hora quanto falta receber.
O caixa redigita a venda.
O caixa recebe o que o balcão fechou, pronto. Nada chega ao caixa antes de o vendedor fechar a venda.
O dinheiro da gaveta nunca bate.
Caixa por turno: sangria, suprimento e despesa sempre com motivo, e o fechamento conferido pelo gerente.
A nota fiscal é uma novela.
NF-e e NFC-e saem pelo próprio sistema, com o que a venda já trouxe. A nota sai certa sem você ligar para o contador a cada venda.
E a reforma tributária?
A NF-e com IBS e CBS já foi autorizada pela SEFAZ nos nossos testes. Cada empresa tem a sua data, e o LUOR liga sozinho quando ela chega, com aviso antes.
A sugestão olha o consumo dos últimos 90 dias e mostra o que está em falta, quanto comprar, o último preço pago a cada fornecedor e há quantos dias cada peça está parada.
Comprar no achismo.
A sugestão de compra olha o giro, a cobertura e o que está parado, e agrupa pela família de produtos.
O sistema diz que tem e ninguém acha.
Cada peça tem endereço de prateleira. O vendedor vê onde ela está antes de sair do balcão.
Separar pedido no grito.
A expedição separa e confere cada pedido, e traz a lista de avisos para o cliente.
Peça com defeito misturada com a boa.
A ocorrência de peça tira a peça avariada da prateleira e leva para o local de indisponíveis, com o motivo escrito — que o vendedor vê no balcão.
Contar o estoque é parar a loja.
A contagem é pelo celular, prateleira por prateleira, com a loja aberta.
Cadastro errado que ninguém corrige.
O balconista aponta a divergência na hora, o estoquista resolve e o gerente autoriza. O erro para de voltar.
Compra em caixa, vende em unidade.
O fracionamento abre a caixa em unidades, e o juntar faz o caminho de volta: peças soltas viram jogo ou conjunto.
Devolver peça ao fornecedor é uma novela.
A NF-e de devolução sai em poucos cliques, com os impostos certos e o DANFE e o XML prontos.
Digitar a nota do fornecedor.
O XML da nota chega da SEFAZ e a compra entra por ele.
O cliente esperando a peça que ninguém pediu.
A fila de necessidades junta tudo o que foi vendido e ainda falta comprar, para nenhuma encomenda ficar esquecida.
Cotação por telefone, um fornecedor de cada vez.
A cotação vai por link no WhatsApp: cada fornecedor responde o preço dele, e o pedido sai do melhor.
Lançou o amortecedor, o LUOR pergunta se lança a troca junto. O orçamento vai pelo WhatsApp e volta aprovado — entregue, lido e respondido —, e o serviço fica anotado com a peça e o lado do carro.
A OS vive em papel.
OS completa para o serviço grande e a OS Rápida para o dia a dia: o balcão da oficina.
O mecânico não para para lançar.
O mecânico registra o serviço pelo celular, no box, sem voltar ao computador.
Esqueceram de cobrar o serviço.
O serviço vem junto com a peça: lançou a pastilha, o sistema traz a troca de pastilha. E fica anotado onde a peça foi aplicada no carro.
A peça da oficina some do estoque.
A peça sai do mesmo estoque da loja, reservada para aquela OS.
A ferramenta sumiu e ninguém sabe com quem estava.
Cada retirada de ferramenta fica no nome do mecânico, com a OS e a data de devolver, e a devolução é registrada. A manutenção vencida aparece na lista, e o histórico de cada ferramenta fica guardado.
Briga na hora da comissão.
A comissão do mecânico e do consultor sai pela regra da loja, sem planilha.
O cliente pediu pelo WhatsApp: a peça é buscada ali mesmo, o orçamento se monta ao lado da conversa, com o carro do cliente, e sai com um clique.
O cliente pede o orçamento pelo WhatsApp.
O orçamento é montado na própria tela do WhatsApp do LUOR, com as peças do estoque, sem trocar de programa.
O cliente não responde o orçamento.
O orçamento vai por link. Você vê se foi entregue, lido e respondido, e o cliente aprova pelo celular.
A loja não aparece na internet.
O LUOR cria o site da loja como catálogo, com as peças do estoque, para o cliente achar e chamar.
Vender no Mercado Livre é digitar tudo de novo.
A sua conta do Mercado Livre se conecta ao LUOR.
Não sei se a loja dá lucro.
DRE e o painel de saúde da empresa, com os números que o sistema já tem.
Contas espalhadas.
Contas a pagar e a receber no mesmo lugar, e a conciliação da maquininha: o que a loja vendeu no cartão e o que caiu de verdade.
O cliente que compra fiado.
A ficha do cliente com o acerto de conta pronto para cobrar, e o limite de crédito respeitado no balcão.
Você não vai perder um dia treinando ninguém
O treinamento está dentro do LUOR. Cada pessoa faz a trilha do cargo dela, no intervalo entre um cliente e outro.
Uma trilha para cada cargo: balcão, caixa, estoque, financeiro, mecânico e gerente — e a do dono. Todo mundo começa pelos Fundamentos.
O treino acontece numa cópia da loja, com peças e clientes de exemplo: dá para errar à vontade sem mexer nas vendas de verdade.
O guia mostra onde clicar e o que digitar, na própria tela. No fim tem prova, e você acompanha quem da equipe já terminou.
O dono aprovado não paga o primeiro mês
Fez o treinamento do dono e foi aprovado no primeiro mês? A mensalidade desse mês fica por nossa conta. Dá para chegar a três meses sem mensalidade, indicando um lojista que feche com o LUOR.
A trilha do balcão: oito capítulos de poucos minutos — da venda comum à troca de carcaça — e a prova no fim. Dá para parar quando chega cliente e voltar de onde parou.
E o que vem junto, sem custo a mais
Atualização com um clique
As melhorias chegam num botão, e se algo não agradar, dá para desfazer.
Cópia de segurança automática
O banco de dados da loja é copiado todo dia, sem ninguém lembrar.
Cada um vê o que é dele
Permissão por cargo e por perfil, e o registro de quem fez o quê.
O papel com a cara da loja
Cupom, orçamento e ficha de separação no modelo que você escolhe, até na impressora da loja atendida pela nuvem.
O sistema com a sua marca
A sua logo e as suas cores nas telas do LUOR — veja logo abaixo como ficou em cada loja.
Suporte de quem conhece loja
Quem atende sabe o que é um balcão cheio numa segunda de manhã.
Escolha o pacote do seu negócio
O preço é este para qualquer loja, sem fidelidade. O valor riscado é a soma dos módulos pela nossa tabela.
Oficina
de R$ 851,03
R$ 350,00/mês no primeiro ano
Ordem de serviço completa e OS Rápida
O serviço vem junto com a peça
Orçamento aprovado pelo WhatsApp
Nota fiscal de serviço (NFS-e)*
O mecânico no celular
Agenda, caixa e financeiro
Ferramentas controladas por mecânico
Comissão do mecânico e do consultor
Treinamento da equipe dentro do sistema
Loja de Autopeças
de R$ 923,97
R$ 450,00/mês no primeiro ano
Balcão pelo teclado, com a peça certa para o carro
Nota fiscal (NF-e e NFC-e), já com a reforma tributária
Devolução ao fornecedor sem novela
A sucata da bateria abatendo na venda
Sugestão de compra e cotação por link
WhatsApp com o orçamento na conversa
O LUOR no celular
Relacionamento com clientes e Tesouraria
Autopeças + Oficina
de R$ 1.223,86
R$ 550,00/mês no primeiro ano
Tudo do pacote Loja de Autopeças
Tudo do pacote Oficina
A oficina usa a peça do mesmo estoque da loja
O site da loja como catálogo
A conexão com o Mercado Livre
Em todos os pacotes: implantação a distância por R$ 350, sem fidelidade, e até 3 mensalidades isentas — o dono aprovado no treinamento e as indicações.
E depois do primeiro ano? A partir do 13º mês o pacote passa ao preço da tabela. Mas quem paga em dia e mantém a equipe treinada continua com o valor do pacote, corrigido só pelo IPCA.**
* A NFS-e sai pelo padrão nacional ou pela prefeitura da sua cidade, conforme a integração que ela oferece. ** Condições no contrato.
Precisa de algo fora dos pacotes? Monte o seu, módulo por módulo
Antes de decidir
Já tenho sistema, e trocar dá trabalho.
A troca é feita com você, a distância, sem fechar a loja um dia sequer. A equipe aprende pelo treinamento dentro do próprio LUOR, no intervalo entre um cliente e outro — ninguém precisa sair para um curso.
O Grupo Belemzão trocou de sistema assim, com as lojas funcionando.
Gostei, mas não vou fazer agora.
Cada mês sem controle é peça parada que ninguém sabe que está ali, desconto dado sem ninguém ver e peça que volta porque não servia. E começar agora custa menos do que parece: o primeiro mês sai sem mensalidade se o dono fizer o treinamento e for aprovado.
Estou avaliando outras opções.
Faz bem. Pergunte a elas se sabem dizer se a peça serve no carro do cliente, se já emitem a nota com IBS e CBS e se ensinam a sua equipe sozinhas. O nosso preço está inteiro nesta página, sem fidelidade.
Minha loja é pequena. Serve para mim?
Serve. A Multicar é uma loja de três pessoas e usa o LUOR todo dia. O que é de grupo de lojas vem desligado, e só aparece para quem precisa.
A oficina tira nota de serviço pelo LUOR?
Sim: a NFS-e sai pelo padrão nacional ou pela prefeitura da sua cidade, conforme a integração que ela oferece. Na implantação a gente confere como é na sua cidade.
Quer ver o LUOR funcionando na sua loja?
Deixe o seu nome e o seu WhatsApp, sem compromisso. A gente chama você para mostrar o sistema.